O que aconteceu em 1964? Ditadura militar?

 

Como saber se você está enganado, se você estiver enganado? E se o que chega até você pelos livros didáticos e pela grande mídia estiver deturpado para você pensar o que eles querem que você pense?

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Com essa frase, o ministro de propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels, resume a estratégia da divulgação de notícias falsas que se espalham e se tornam “verdades aceitas”.

Há uma forma de verificar informações, conversar com pessoas que possivelmente viveram a situação, buscar dados históricos em livros antigos e de historiadores imparciais, não adianta buscar informações em livros ou autores que fazem parte da manipulação de reescrever a história com viés esquerdista nem ler artigos de militantes da ideologia e da utopia comunista.

Houve mesmo uma ditadura Militar no Brasil? O que aconteceu em 1964?

O que podemos fazer na prática para tirar essas dúvidas à limpo?

Você já conversou com alguém que viveu na época do Regime Militar? Alguém da sua família, o pai de algum amigo seu…Meu pai em 64 tinha 29 anos e viveu aquela realidade, é uma parte da história viva. Precisamos conhecer nosso passado para entender nosso presente e pensar em nosso futuro.

Você já leu livros que falam dessa época? Seguem algumas indicações:

Ditadura À Brasileira: 1964 – 1985 – A democracia golpeada à esquerda e à direita. Autor: Marco Antonio Villa

O Golpe de 1964: o que os Livros de História Não Contaram – Itamar Flávio da Silveira

Outra opção é ir à uma Biblioteca Pública e pesquisar os jornais da época. Bem, 54 anos se passaram mas podemos saber o que realmente aconteceu se pesquisarmos!

Partindo dessa atitude de sair da “Matrix” do que ouvimos dos professores na escola e nas faculdades (que são em sua maioria militantes de esquerda e vão falar apenas o que convêm à sua ideologia) e na grande mídia, vamos ao resumo dos acontecimentos históricos de 1964:

Uma pequena análise do pano de fundo dessa década – guerrilhas e atentados aconteciam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia inevitável, esses crimes cometidos pelos terroristas na tentativa de transformar o Brasil numa ditadura comunista faziam parte do maior esquema revolucionário já montado pela esquerda para implantar o comunismo no Brasil. O presidente da República Luís Carlos Prestes, era comunista e apoiava a rebelião esquerdista, mas todo esse esquema revolucionário foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue, quando na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país, o Regime Militar.

Fato é que o regime militar que tivemos no Brasil foi menos ruim do que aquilo que poderia ter acontecido se o país tivesse caído nas mãos dos grupos comunistas organizados (pesquise sobre Carlos Lamarca, Marighela etc), que à época preparavam, – estes sim, – um golpe comunista da esquerda.

Em resumo o que ocorreu, da parte dos militares, foi na verdade um contragolpe, apoiado pela maioria da população brasileira (pesquise sobre a MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS). Trata-se de uma realidade muito simples, que nossos pais ou avós conhecem bem, mas que tem sido cuidadosamente OCULTA e DETURPADA pelos jornalistas de esquerda e, especialmente, pelos nossos professores alienados a doutrinação marxistas, que são em sua esmagadora maioria simpáticos aos ideais socialistas.

A guerrilha comunista no Brasil começou no ano de 1961 e foi acobertada por João Goulart, que, em crime de alta traição, procurava deixar nosso país à mercê do comunismo. O próprio Fernando Gabeira, que lutou ao lado dos grupos terroristas de esquerda na época, reconheceu a simples verdade que não nos ensinam na escola: admitiu que o objetivo da luta armada esquerdista não era lutar contra os militares pela democracia, mas sim lutar contra eles para instaurar um regime semelhante ao de Cuba no Brasil (pesquise sobre Fernando Gabeira).

O que realmente aconteceu em 1964 foi uma reação dos militares contra um golpe iminente dos comunistas/socialistas que queriam implantar a “ditadura do proletariado” no Brasil. A esquerda não lutava pela democracia, mas fazia do terrorismo uma arma para lutar contra a democracia e pelo comunismo. Os líderes da nação hoje sabem que se o povo tiver conhecimento da verdade, eles nunca mais ganharão uma eleição democraticamente, por isso ocultam essas informações de todos, espalhando a mentira de que houve repressão e perseguição durante a ditadura militar, mas na verdade, os que eram perseguidos e presos estavam roubando bancos, praticando atos de terrorismo, como por exemplo a ex-presidente Dilma Rousseff, que praticava assaltos a mão armada e atos terroristas que chegaram a ceifar a vida de soldados inocentes. Não é coincidência que nosso atual governo esteja, sistematicamente e aos poucos, enfraquecendo e sufocando as forças armadas e desconstruindo a imagem da Polícia numa campanha de bandidolatria. Não é coincidência que terroristas do passado estejam no poder e na política hoje em dia. Não foi coincidência a população ter pedido por uma intervenção militar nos anos 1960 pois entendiam que se os militares não tomassem o poder, a esquerda teria implementado no Brasil uma ditadura comunista.

Impedidos de qualquer ação armada, a esquerda investiu na revolução cultural, sem armas e silenciosa, usando a estratégia gramsciana, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, e deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança ao monopolizar a indústria das interpretações do fatos e quando a ditadura se desfez, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se totalmente ao seu monopólio do passado histórico e à estratégia de Contracultura, ou seja, substituir aos poucos novos valores e definições de moral nos jovens e na mente do povo para minar a Cultura ocidental baseada nos valores cristãos e substituí-la pelo relativismo moral.

Não é por acaso que a educação brasileira hoje “quase toda” esta alienada ao marxismo e com isso tem influenciado a maneira de pensar de nossos jovens, como disse o padre James Thornton: “Nem é preciso controlar toda a informação se for possível obter o controle das mentes que assimilam essa informação. Perante tais condições, a oposição séria desaparece uma vez que os homens já não capazes de entender os argumentos dos opositores do Marxismo.”

Uma das maiores mentiras disseminadas há décadas no Brasil pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e por quase todos os esquerdistas que participaram da luta armada contra a ditadura militar é a de que eles lutavam pela democracia no país. Crianças, adolescentes e jovens brasileiros aprendem até hoje nas escolas e universidades esta falsificação grotesca da história como se um bando de terroristas sequestradores, assaltantes e assassinos fosse mesmo um grupo de heróis aos quais devemos a nossa liberdade.

Marco Antonio Villa, que é um historiador brasileiro, mestre em Sociologia pela Universidade de São Paulo e doutor em História Social pela mesma, afirmou no Programa do Jô: “Nenhum grupo de luta armada defendeu a democracia”, eu já havia destacado o trecho da entrevista em que o historiador afirma que não há nem um documento sequer daquela época que confirme tal coisa. Eles lutavam é por uma ditadura “no viés soviético, cubano ou chinês”.

O político Eduardo Jorge que já foi filiado ao PT, mas que hoje é filiado ao Partido Verde, deu uma entrevista (segue o link da entrevista – https://youtu.be/zoiIldKYbfA) na qual admite o que Dilma sempre escondeu:

Éramos a favor da ditadura do proletariado&. Veja no vídeo a sinceridade que Dilma nunca teve. Transcrevo uma parte de sua fala: “Hoje, eu continuo sendo socialista, portanto de esquerda, mas sou uma pessoa que acredita que a democracia é uma questão essencial, coisa que nós, na época da esquerda leninista etc., nós não considerávamos. Nós éramos pela ditadura do proletariado. Nós éramos contra a ditadura militar, mas éramos a favor da ditadura do proletariado. Isso aí é preciso dizer a verdade toda. E às vezes eu ouço meias verdades. Como a ditadura militar nos oprimiu barbaramente, de forma violenta, muitas vezes as pessoas pensam que não existia no campo da esquerda coisa igual e até pior, em vários aspectos.”

Agora compare a declaração de Eduardo Jorge com o cinismo incurável da ex-presidente Dilma que nunca lutou por democracia: https://youtu.be/CzyxR6HvWkg

 

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