A burrice de se auto – glorificar

do senhor vem o conhecimento

“O nosso pensamento só pode ir adiante por ser uma gota tirada do oceano da inteligência divina.
Deus é a fonte da qual vem toda a nossa faculdade de raciocínio: não podemos estar certos e ele, errado, assim como uma onda não pode mudar o sentido da maré.”
C. S. LEWIS

Estava aqui pensando em como gênios, cientistas e intelectuais se envaidecem de suas capacidades e talentos… segui menditando nisso e me veio à mente o momento da criação, na qual Deus formou o homem…. Deus desejava colocar no homem a sua imagem e semelhança e lhe deu um cérebro, órgão espetacularmente desenvolvido para dar capacidade ao homem de pensar, raciocinar, julgar, analisar, criar… capacidades dadas apenas ao homem e que nos diferencia em definitivo dos outros animais.
Então, diante dessa verdade absoluta: que fomos criados por Deus, qualquer mérito de sermos o que somos é dEle, se for beleza, a vaidade é ridícula pois a beleza de um quadro veio das mãos do seu pintor.
Se for inteligência, a auto – vanglória é ridícula pois nosso cérebro foi criado por Deus.
Se for um talento espetacular como a voz de um Tenor ou as mãos de Da Vinci, a vaidade também é ridícula pois o homem não se fez a si mesmo, ou seja, o homem não se criou, ele foi criado por Deus e a glória é toda do Criador.
A inteligência é um dos dons que mais leva o homem a si endeusar e a si sentir auto-suficiente mas paradoxalmente é o dom que mais o leva a se emburrrecer diante do Criador pois o faz esquecer que ele não se auto-criou.
Por isso a Bíblia diz que Deus resiste ao soberbo. Não reconhecer Deus e se auto – glorificar emburrece o entendimento humano e embrutece o coração. Mas como diz a Bíblia em Provérbios 1:7. O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam.

Deus perguntou a Jó:
“Agora, pois, prepara-te como homem; porquanto Eu te questionarei, e tu me responderás!
Onde estavas tu, quando Eu lançava os alicerces da terra? Conta-me, se é que tens verdadeiro entendimento?
Quem determinou os limites das dimensões da terra? Talvez tenhas essa resposta! Ou quem estendeu sobre a face da terra o cordel, a linha de medir?
E quanto aos seus fundamentos, sobre o que foram assentados? E quem colocou a angular, a pedra fundamental, enquanto os luzeiros matutinos, como a Alva, juntos cantavam e todos os anjos, filhos de Deus, bradavam de júbilo?
Ou ainda, quem represou o mar estabelecendo-lhe portas, quando este irrompeu do ventre materno, quando vesti de nuvens e em densa escuridão o envolvi,
quando tracei os seus limites e o restringi mediante portas e barreiras,
quando Eu lhe ordenei: ‘Até aqui virás, contudo, não avançarás; e aqui se
quebrará o orgulho das tuas ondas’?
Porventura a chuva tem pai? Quem é o genitor das gotas de orvalho?
Do ventre de que mãe vem o gelo? E quem gera e dá à luz a geada que cai dos céus,
quando as águas se tornam duras como rocha e a superfície do abismo se congela?
Podes amarrar as maravilhosas constelações estelares; atar a Plêiade ou soltar os laços de Órion?
Podes fazer surgir no tempo certo a Alva, a estrela da manhã, ou guiar a Ursa e suas estrelas filhas?
Conheces as leis do Universo ou podes estabelecer o seu domínio sobre a terra?
Podes erguer tua voz até às nuvens, para que muitas águas venham em inundação e te cubram?
Porventura és tu que envias os relâmpagos, e eles te respondem: ‘Eis que aqui estamos’?
Quem concedeu sabedoria aos corações e razão à mente?

Jó 38:3-11; 28-36

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