A tragédia do evangelicalismo moderno 

 

imageUma das maiores tragédias do evangelicalismo moderno é que milhares de pessoas acreditam ser salvas quando não o são.

O que é evangelicalismo? É a mistura de uma série de promessas, reivindicações e declarações feitas em nome de Deus. Essa distorção do Evangelho de Jesus é a maior desgraça que a igreja moderna já conheceu.

É esse evangelho que está em voga hoje em dia e que oferece uma falsa esperança aos pecadores. Promete-lhes que terão a vida eterna apesar de continuarem a viver em rebeldia contra Deus e continuar em suas vidas de pecado.

Na verdade, enco­raja as pessoas a reivindicarem Jesus como Salvador, mas podendo deixar para mais tarde o compromisso de obedecê-Lo como Senhor.
Promete livramento do inferno mas não necessariamente libertação do pecado. Oferece uma falsa segurança às pessoas que folgam nos pecados da carne e desprezam o caminho da santidade.

Esse falso evangelho, o ” evangelicalismo” permite as “igrejas” ficarem cheias de pessoas mortas para Deus, que nunca nasceram de novo em Cristo e que não fazem parte d Corpo de Cristo, da sua Igreja, da Sua família, do Seu povo. Ou seja, essas pessoas que se denominam “evangélicas” nunca tiveram uma experiência com real com Deus, apenas se envolvem nas atividades da “igreja”, se tornam assíduas e pronto, recebem um título de salvas.
Estão enganadas e farão parte da multidão dos perplexos que na volta de Jesus ouvirão dEle a seguinte frase:
“Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!” Mateus‬ ‭7‬:‭23‬

Dessa forma, as boas novas de Cristo deram lugar às más novas de uma fé fácil e traiçoeira, que não faz qualquer exigência moral para a vida dos pecadores. Não se trata da mesma mensagem proclamada por Jesus!

Este novo evangelho tem produzido uma geração de cristãos professos cujo comportamento raramente se distingue da rebeldia em que vive o ímpio.

O testemunho da igreja para o mundo é uma grande vergonha, o nome de Jesus é desacreditado pois o mundo vê dentro da “igreja”, imoralidade, escândalos horripilantes, pecados grosseiros e todo tipo de depravação.

E o pior de tudo é a dolorosa realidade de saber que muitos cristãos olham para esses homens como parte do rebanho, e não como lobos e falsos profetas que se infiltraram entre as ovelhas (Mt 7.15). Por que deveríamos crer que pessoas que vivem na prática do adultério, fornicação, homossexualismo, fraude, e todo tipo de pecado são nascidas de novo?

O que se precisa é de um completo reexame do que seja o evangelho. Temos de voltar ao fundamento de todo o ensino bíblico de Jesus sobre a salvação, ao evangelho proclamado por Jesus e seus apóstolos.

A diferença entre o evangelho de Jesus e um “outro evangelho” (Gl 1.6) é a diferença entre o bem-aventurado e o maldito, a ovelha e o bode, o salvo e o perdido, a igreja verdadeira e as seitas, a verdade e a mentira.

O evangelho que proclamamos tanto pode conduzir pessoas à “família da fé” (Gl 6.10) como pode destiná-las para sempre à família do diabo (Jo 8.44).

Gálatas 1.6-8 é uma maldição sobre os que “querem perverter o evangelho de Cristo’’. Trata-se de um alerta amedrontador àqueles que falsificam a mensagem da salvação e a corrompem em qualquer sentido.

 

 

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