“Permite que eu Te veja” – poesia de Agostinho de Hipona para Jesus

Quão frequentemente Agostinho derrama o seu amor sobre Cristo! 
Não consegue encontrar palavras suficientemente doces.

“Permite que eu Te veja,
Ó Luz dos meus olhos.
Vem, ó Alegria do meu espírito;
Permite que eu Te contemple,
Ó Regozijo do meu coração.
Permite que eu Te ame,
Ó Vida da minha alma.
Aparece para mim,
Ó meu grande prazer,
Meu doce Conforto,
Ó meu Deus,
Minha vida,
E toda a glória da minha alma.
Permite que eu Te encontre,
Ó Desejo do meu coração;
Permite que eu Te toque,
Ó Amor da minha alma.
Permite que eu Te abrace,
Ó Noivo Celestial.
Permite que eu Te possua”.
“Sua boca é a própria doçura; ele é mui desejável. Esse é o meu amado, esse é o meu querido, ó mulheres de Jerusalém.”(Cântico dos Cânticos 5:16 NVI)

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