A ordenação de mulheres ao pastorado não tem base bíblica

Amadas(os),
A ordenação de mulheres ao pastorado não tem base bíblica e eu como uma mulher que foi quebrantada pelo Espírito Santo e constrangida pelo amor de Jesus, me submeto ao papel que o Criador de todas as coisas determinou para mim enquanto mulher aqui nessa terra e me recuso a permitir que as ideologias e filosofias desse mundo me envenenem, me influenciem e me ceguem.

Me firmo na palavra de Deus, me firmo em seus mandamentos, em suas leis e seus decretos porque são vida para nós.
O mundo e suas filosofias não podem entrar na Igreja de Cristo, devemos guardar nossos corações para não sermos enganadas por nosso próprio coração e nosso ego.

Rogo ao Senhor, que em nome de Jesus, cada mulher convertida se esvazie dos conceitos e filosofias mundanas e encha-se do seu dever diante do nosso Deus, nosso Criador e Senhor.
Como fizeram os Bereanos ao examinar nas Escrituras tudo o que Paulo os ensinou, leia os textos, medite, ore e busque revelação de Deus sobre esse assunto fácil de entender mas difícil para nosso ego engolir, mexe com orgulho, posição, ego e é aí que nosso coração enganoso entra e quer abraçar os ensinamentos desse mundo que jaz no maligno.
Exortação: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
(Romanos 12:2)

Vamos aos versículos:


Segue abaixo uma lista de princípios bíblicos, teológicos e históricos em favor da exclusividade da ordenação masculina. Esse é um texto longo, para estudo e reflexão, não é um texto de leitura rápida.

Há vários textos bíblicos diretos que depõe contra a consagração de mulheres ao ministério da Palavra.

1o. Princípio – A Mulher não exerce autoridade sobre o homem.
. “A mulher aprenda em silêncio com toda a sujeição; pois não permito à mulher que ensine, nem que tenha domínio sobre o homem; mas que esteja em silêncio. Pois Adão foi formado primeiro, depois Eva. Adão não foi seduzido, mas a mulher é que, deixando-se iludir, caiu na transgressão” (1Tm 2:11-14).
Este texto limita a ponto de inviabilizar o ministério pastoral feminino. Num contexto em que a igreja está reunida, à mulher é proibido ensinar com autoridade o seu marido ( e à homens), mas deve ficar em silêncio nesse sentido de autoridade.

Esse princípio de forma nenhuma anula a mulher nem sua vital importância e valor no Corpo de Cristo, visto que diante de Deus, não há judeu nem grego, escravo ou livre, homem ou mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus, (Gálatas 3:28), esse princípio é somente em relação à função de liderança na Igreja.

No entanto, “é necessário, pois, que o bispo seja… capaz de ensinar” (1Tm 3:2) e que tenha autoridade, “a fim de poder exortar na sã doutrina e convencer aos que contradizem” (Tt 1:9).
À congregação é ordenado “obedecei aos que vos governam e sede-lhes sujeitos, pois eles velam pelas vossas almas como os que têm de dar conta” (Hb 13:17).

Como um esposo poderia se sujeitar à autoridade de sua mulher pastora, sem que a ordem familiar estabelecida por Deus seja subvertida? Ensinar e governar a igreja são funções inerentes ao ofício ministerial ordenado e isto Paulo proíbe as mulheres de fazer. Pois princípios estabelecidos por Deus não podem ser ignorados por mais que aparentemente seja algo lícito e bom que se pretende fazer.
Corrigindo confusões na igreja, Paulo escreve aos coríntios dizendo: .”como em todas as igrejas dos santos, as mulheres estejam caladas nas igrejas; pois não lhes é permitido falar, mas estejam em sujeição, como também diz a Lei. Se, porém, querem aprender alguma coisa, perguntem-na em casa a seus maridos; porque é vergonhoso para uma mulher o falar na igreja. Porventura saiu de vós a palavra de Deus, ou não veio ela senão para vós?” (1Co 14:33-36).

Paulo não está prescrevendo o silêncio absoluto (vide 1Co 11:5). Tampouco dizendo que elas deveriam parar de fofocar durante o culto. Mas sim, como na carta a Timóteo, vetando a elas o ENSINO AUTORITATIVO, ou seja, exercendo autoridade.
É mais coerente com o contexto e com 1Tm 2:11-14 que se trate do ensino autoritativo. Assim, por não poderem exercer atividades que são inerentes ao ofício pastoral, as mulheres não podem ser separadas para esse ministério.

2o. Princípio – Requisitos para ser pastor
Além disso, há passagens que estabelecem requisitos que não podem ser preenchidos por mulheres, esses requisitos estão na primeira carta pastoral,  Paulo diz que o pastor deve ser “esposo de uma só mulher” (1Tm 3:2).
Exige que ele “saiba governar bem a sua casa” (1Tm 3:4).
Alguns objetarão que uma mulher pode ter um só marido e governar bem a sua casa. Não se trata de capacidade, mas de atribuição. Não se trata de inferioridade, mas de missão específica e papeis diferentes.
A ordem familiar estabelecida por Deus é que “o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja” (Ef 5:23).

Paulo não tem em mente mulheres como candidatas ao pastorado, pois escreve “se um homem não sabe governar a sua casa, como cuidará da igreja de Deus?” (1Tm 3:5).
A Tito, a quem Paulo deixou em Creta “a fim de que regulasse o que ainda faltava, e que estabelecesse presbíteros em cada cidade, assim como eu te ordenei” (Tt 1:5), também foi dada a instrução de que os tais deveriam ser “marido de uma só mulher” (Tt 1:6). O mesmo padrão é observado. As condições não apenas pressupõem, mas implicam que os ministros sejam homens. O exemplo dos apóstolos reforça a ideia da exclusividade do ministério masculino.

Embora reconheçamos a distinção entre apóstolo e pastor, é notável que Jesus não tenha escolhido nenhuma mulher ( MARCOS 3:13-19), das tantas que lhe serviam devotadamente, para serem apóstolas.  Os doze apóstolos que se assentarão em doze tronos para julgar e cujos nomes estão escritos nos fundamentos da cidade santa, são todos homens: “Em verdade vos digo que vós que me seguistes, quando na Regeneração o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, sentar-vos-eis também em doze tronos, para julgardes as doze tribos de Israel” (Mt 19:28).

O Diabo é o pai da mentira e como lhe é peculiar, ele distorce toda a verdade de Deus para enganar o coração do homem, assim mesmo ele fez no Éden com Eva, seduzindo-a e distorcendo o que Deus tinha lhe ordenado, da mesmo forma hoje, ele usa o feminismo para seduzir as mulheres com a falsa idéia de inferioridade ao homem se ela for submissa, com a falsa idéia de que se ela não exercer autoridade na igreja, ela não está sendo tratada com igualdade, e o que Deus diz quanto a isso?

Ele criou o homem igual à mulher? Não. Ele criou a mulher como ajudadora, sua função é ao lado do homem, e é importantíssima, a ponto de Deus ver que não era bom que o homem ficasse só e dar-lhe uma ajudadora idônea. Deus estabeleceu as funções do homem e da mulher distintas, os papéis de cada um são diferentes e quem não se submete a isso e luta contra essa diferença alegando igualdade entre as funções do homem e da mulher, está resistindo ao próprio Deus e Criador e não ao apóstolo Paulo, quem resiste a Deus corre o grave risco de ter seu coração endurecido e seduzido pelas falácias e filosofias mundanas, cheias de ciladas do inimigo de Deus que só se empenha em nos destruir.

Quando a eternidade foi descortinada aos olhos de João e ele viu a santa cidade de Jerusalém, divisou que “o muro da cidade tinha doze fundamentos e sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro” (Ap 21:14). Não resta base para afirmar que haverá uma equalização de todos os níveis de autoridade na igreja, entre homem e mulher, com o avançar dos séculos, pois na eternidade, assim como na história passada, Deus ordenou ao homem a liderança no lar e na igreja. E assim deve ser hoje.
No Antigo Testamento, os responsáveis pelo ensino eram os sacerdotes, todos homens. Salvo raras exceções em circunstâncias incomuns (Atália, Débora, Hulda) o modelo de liderança é sempre masculino, e essas exceções não são dadas e não servem como padrões a serem adotados pois os padrões são baseados em princípios de Deus.

Não há, em toda a Bíblia, um só exemplo de uma mulher realizando o tipo de ensino e governo que se espera dos bispos/pastores/presbíteros nas igrejas do Novo Testamento, como autoridade sobre a Igreja.

3o. Princípio – o Papel do homem e da mulher estabelecido na Criação

DEUS criou primeiro Adão, depois Eva. Antes da criação de Eva, Adão foi colocado no Jardim (Gn 2:7) e recebeu certas instruções e tarefas: proteger, prover e guardar. (Gn 2:15-20) . Depois que o papel de Adão tinha sido estabelecido, “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.” (Gênesis 2.18) – Deus fez a mulher para estar ao lado do homem, o auxiliando em sua função, mas não fazendo a mesma função do homem, o auxiliando sendo sua ajudadora.

Em total sintonia com o princípio do papel dado ao homem por Deus ainda na Criação, no NT, Paulo disse: “Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo. ” 1Co 11.3.

O homem também tem um cabeça — Cristo. E completa: Maridos”, escreveu Paulo, “cada um de vós ame a sua esposa, assim como também o Cristo amou a igreja e se entregou por ela . . . Cada um de vós, individualmente, ame a sua esposa como a si próprio”. (Ef 5:25-33) – Os papéis do homem e da mulher são diferentes, um completa o do outro, assim Deus estabeleceu e da mulher tem tanta importância que em Pv 14.1 diz que a mulher pode edificar ou destruir sua casa: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a destrói.”

A palavra submissão foi totalmente deturpada e hoje é vista como algo negativo e pejorativo. Mas a origem da palavra submissão é “estar abaixo da missão”, a mulher tem sua missão, seu papel e o homem tem o dele e a troca desses papéis causa confusão, frustração e estragos nos relacionamentos e na família.

“As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.” Ef 5.22-24. (Ler também Cl 3.18; 1Pe 3.1-6) – A Bíblia faz analogia entre a submissão da mulher ao seu esposo e a submissão da Igreja [corpo] a Cristo [cabeça]. Submeter-se ao marido, como ao Senhor, significa reconhecer nele a autoridade de Deus, a submissão da mulher não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, submeteu-se a Ele em tudo.

OBS: uma parte desse texto foi extraído do blog do irmão Clóvis Gonçalves e tem adaptações minhas, continuo abaixo com o texto de Renato Vargens.

7 motivos porque não creio em mulheres pastoras:

1- As Escrituras não referendam a ordenação de mulheres ao ministério pastoral. Não vejo na Bíblia nenhum texto que apoie a ordenação feminina ao presbitério.
2- Jesus não chamou apóstolas entre os doze. Todos os apóstolos escolhidos por Jesus eram homens.
3- As Escrituras não defendem o Igualitarismo e sim o complementarismo.
. Igualitaristas: Esta corrente, afirma que Deus originalmente criou o homem e a mulher iguais; e que o domínio masculino sobre as mulheres foi parte do castigo divino por causa da queda, com conseqüentes reflexos sócios-culturais. Segundo os igualitaristas mediante o advento de Cristo, essa punição e reflexos foram removidos; proporcionando conseqüentemente a restauração ao plano original de Deus quanto à posição da mulher na igreja. Portanto, agora, as mulheres têm direito iguais aos dos homens de ocupar cargos de oficialato da Igreja. Além dos igualitaristas, encontramos os complementaristas , que por sua vez entendem que desde a criação – e portanto, antes da queda – Deus estabeleceu papéis distintos para o homem e a mulher, visto que ambos são peculiarmente diferentes. A diferença entre eles é complementar. Ou seja, o homem e a mulher, com suas características e funções distintas se completam. A diferença de funções não implica em diferença de valor ou em inferioridade de um em relação ao outro, e as conseqüentes diferenças sócios-culturais nem sempre refletem a visão bíblica da funcionalidade distinta de cada um. O homem foi feito cabeça da mulher – esse princípio implica em diferente papel funcional do homem, que é o de liderar.
4- Paulo não fala de presbíteras, bispas, muito menos pastoras. As referências a essas vocações nas Escrituras sempre estão relacionadas aos homens. Não é preciso muito esforço para perceber que não existiam pastoras nas igrejas do Novo Testamento.
5- Os reformadores e os pais da Igreja nunca defenderam o ministério pastoral feminino.( a história da igreja deve ser exemplo para nós)
6- Os apóstolos determinaram que os pastores deveriam ser marido de uma só mulher e que deveriam governar bem a casa deles – obviamente eles tinham em mente homens cristãos (1Tm 3.2,12; Tt 1.6).
7- A mulher não possui autoridade sobre o marido.( I Tm 2:12 ) Ora, se ela é pastora e o seu marido não, ela fere o principio de autoridade da Bíblia, tornando-se lider do marido.
Pense nisso! Coloque seu ego e sua imagem de lado e a palavra de Deus como absoluta verdade de vida. Esvazie-se de tudo que já ouviu no mundo, na escola, na faculdade, em palestras e renove sua mente baseada na palavra viva do nosso Deus.

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!”(Filipenses 2:5-8 NVI)

Jesus era Deus e por decisão de um coração obediente ao Pai, foi submisso ao Pai em tudo, submisso significa estar sob/ debaixo de uma missão, a missão de Jesus era vir ao mundo fazer apenas a vontade do Pai, essa era a sua comida e a sua bebida.
Mulheres de Deus, qual tem sido a sua missão? Ser submissa a palavra de Deus ou seu coração enganoso mais que tudo está se escondendo atrás de desculpas de igualdade e ignorando a determinação do papel que Deus te impôs como mulher?
Que tenhamos em nós a mesma atitude de Jesus,  que se esvaziou de si mesmo e submeteu-se à vontade do Pai, que é boa, perfeita e agradável.

Não ao feminismo, não à igualdade, não à revolução, não à rebeldia, não ao ego, não à nossa vontade, não à nós Senhor, nenhuma glória para nós, mas ao teu Nome toda Glória!
Sim à Palavra de Deus, venha o Teu Reino Senhor e seja feita a Tua Vontade aqui na terra, assim como é feita no céu.
Amém.

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