Esvaziou-se a si mesmo

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Ē preciso entender que além de cooperadores, somos matéria-prima de Deus, pronta para ser consumida em sua grande obra.
Fomos criados e devemos existir para o louvor d sua glória ( Ef 1:4-6).
Muito do nosso sofrimento é parte do conflito: para quem a glória? Para Deus ou para mim.
Quando estivermos em total esvaziamento, não sofreremos tanto ao sermos humilhados. Deixaremos de ser reinvindicadores de direitos pessoais e bençãos para sermos intercessores, sacerdotes fiéis e adoradores santos. ( Hb 5:1-2)
“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens”. (Filipenses 2:5-7 NVI)
A trajetória de Jesus vai avançando para baixo, crescendo em humilhação: Jesus não exigiu o privilégio de ser Deus, não se apegou a isso, abriu mão da sua posição que tinha por direito, Ele era igual a Deus e foi gerado homem no ventre de Maria.
Pelo contrário, se esvaziou a si mesmo, assumindo forma de servo. O Verbo Eterno aceitou e assumiu a forma de servo de Deus, se tornou homem: despiu-se de toda sua glória e vestiu-se de carne e sangue.
Trocou a adoração dos seres celestiais para enfrentar a rejeição de homens pecadores e desprezíveis.
Não foi só para nos livrar do inferno que Jesus foi até a cruz, Ele foi movido por um motivo muito mais elevado: a glória do Pai.
Para a glória de Deus devemos viver, para isso fomos criados  e para  isso existimos.
A si mesmo se humilhou – mesmo na condição de homem, Jesus continuou se esvaziando até tornar-se o mais desprezível dos homens.
Tornando-se obediente – no princípio era o Verbo… E o Verbo era Deus…. Antes dos dias da sua carne, Ele não precisava obedecer pois não havia ninguém sobre Ele.
A obediência era para Ele, algo novo e estranho à sua natureza.
Jesus aprendeu a ser obediente não como nós que somos rebeldes por natureza, mas pq nunca esteve sob autoridade de alguém, Ele era Deus!
Obedeceu até a morte e morte de cruz.
Evangevaldo Souza ( livro: A Esperança que temos)
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